Secretaria da Pós: +55(31)3409 4881

Defesa de Dissertação de RODRIGO CARDOSO DE MENEZES

Ligado . Publicado em Defesas

AVALIAÇÃO DA INFLUÊNCIA DA PRESSÃO DE CONTATO, DA VELOCIDADE DE ESCORREGAMENTO E DA TEMPERATURA NO DESEMPENHO DE MECANISMO DE FREIO VEICULAR

 

O desempenho do sistema de freios de um veículo é um dos fatores de segurança mais essenciais. O processo de evolução tecnológica do setor veicular proporcionou o surgimento de veículos capazes de atingir altas velocidades e de transportar elevadas cargas, aumentando assim o padrão de exigência dos sistemas de frenagem. Neste estudo, foram executados ensaios experimentais aplicando duas metodologias diferentes, a metodologia de Krauss e a metodologia de Makrahu. O objetivo foi de avaliar o desempenho de um sistema de freio veicular, analisando o coeficiente e o desgaste, parâmetros diretamente relacionados ao material de fricção, em função da pressão de contato, da velocidade de escorregamento e da temperatura. Foram monitoradas a força de frenagem e a temperatura. Outro objetivo foi realizar melhorias no banco de ensaio de freio que facilitassem a operacionalidade do equipamento durante a execução dos ensaios. Os resultados experimentais mostraram que o coeficiente de atrito diminui com o aumento da velocidade de escorregamento ou da pressão de contato. Com relação à temperatura, foi possível oberservar o coeficiente de atrito aumentando com o crescimento da temperatura até um valor máximo, que ocorreu na temperatura de início do fade, a partir da qual o coeficiente de atrito decresce. Também foi observado a influência da pressão de contado sobre a temperatura de início do efeito fade. Com relação ao desgaste das pastilhas, foi observado um aumento exponencial provocado pelo aumento na velocidade de escorregamento e/ou na pressão de contato.

 

30/08/2016

09:30

SALA DE ESTUDOS DO LABORATÓRIO DE USINAGEM

Qualificação de LUCAS DIETRICH SILVA BARBOSA

Ligado . Publicado em Qualificações

Heurísticas para o Roteamento de Fluxos na Coleta e Entrega de Recursos entre Canteiros de Obras

 

Este trabalho lida com o problema de movimentação de recursos entre canteiros de obras, que é uma generalização do Problema de Roteamento de Veículos, cuja motivação é tratar o fluxo de transporte em uma empresa do ramo da construção civil de Belo Horizonte. Este problema considera a existência de um conjunto de recursos que serão compartilhados por um conjunto de clientes (canteiros de obras) e que pertencem a um agrupamento em comum. A distribuição destes recursos é feita através de um conjunto de veículos capacitados. Um recurso coletado em um canteiro de um agrupamento pode ser usado para atender qualquer outro canteiro no mesmo agrupamento. O objetivo deste problema consiste em construir rotas de veículos que atendam às requisições de alocação de recursos entre os canteiros de obras e que minimizem o somatório dos custos relativos ao transporte e tempo do veículo em rota. Nós propomos uma heurística construtiva para gerar uma solução viável. Para gerar diferentes soluções foi proposto aplicar um procedimento baseado na metaheurística GRASP(Greedy Randomized Adaptive Search Procedure) e o uso de uma busca local VND (Variable Neighborhood Decent).

 

29/08/2016

10:00

sala 3214, Escola de Engenharia

Defesa de Dissertação de MARCELLE LA GUARDIA LARA DE CASTRO

Ligado . Publicado em Defesas

Quando as luzes não se apagam... A gestão coletiva dos riscos na manutenção em rede energizada

 

Com a redução do quadro próprio, uma alternativa surge em uma concessionária de energia para adequar as equipes que realizam a manutenção em rede energizada da média tensão de distribuição elétrica, as chamadas equipes de Linha Viva (LV): introduzir uma nova organização do trabalho com as “duplas”. Hoje, a manutenção é realizada por equipes com no mínimo três integrantes, mas um estudo realizado pela engenharia, setor de treinamento e eletricistas da empresa concluiu pela viabilidade de realização de serviços com dois integrantes. Uma controvérsia que divide o nível operacional e gerencial (e também os próprios eletricistas) permanece viva na empresa. De um lado, atores afirmam que é tecnicamente possível sua realização; e, do outro, eletricistas afirmam que as duplas irão afetar a saúde e a segurança dos profissionais. A pesquisa em tela tem como objetivo investigar os elementos em jogo nas (im)possibilidades das duplas de LV, partindo-se dos argumentos dos eletricistas que trabalham na LV e dos argumentos dos gestores e técnicos a respeito dessa nova forma de organização, colocando-se a atividade dos eletricistas no centro da análise. Uma pesquisa-ação foi proposta no intuito de encontrar os primeiros passos para uma investigação pautada nas condições reais de trabalho, que faça emergir elementos que ajudem a intervir no impasse. A Pesquisa-ação, a Grounded Theory (GT) e a Análise Ergonômica do Trabalho (AET) estão entremeadas como sustentação metodológica e teórica. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas, observações gerais e sistemáticas, autoconfrontações e grupos de validação, em que participaram técnicos e eletricistas de duas bases da empresa. A análise da atividade permitiu qualificar melhor os pressupostos da controvérsia e, dessa forma, encaminhar o debate para uma resposta intermediária: as duplas são tecnicamente possíveis, mas sob determinadas condições. Identificamos uma primeira pista para debate com o papel central do coletivo na gestão dos riscos e da complexidade no trabalho com a rede energizada. A cooperação e a confiança frente à complexidade situada das tarefas tiveram lugar central em nossa análise. É preciso assegurar que as regulações realizadas pelos eletricistas em campo, para amortecer a distância entre o prescrito e o real, ainda permanecerão presentes nesta nova organização. Com o mergulho nas situações micro, pudemos observar três principais condições: assegurar a capacidade física e mental dos eletricistas (tanto do executante quanto da supervisão no solo); promover as condições necessárias para a estruturação, manutenção e desenvolvimento do coletivo, compatíveis com as exigências cognitivas e afetivas do conteúdo das tarefas; definir a complexidade de modo que se consiga alcançar os elementos dinâmicos da situação em interação com a equipe (e não apenas da tarefa ou do executante isolado).

 

29/08/2016

14:00

sala 3502, Escola de Engenharia

Qualificação de ADRIANA HAUEISEN PECHIR

Ligado . Publicado em Qualificações

Aplicação da Política de Reabastecimento de Estoque em uma Mineradora de Ouro

 

Esse trabalho discute a política de reposição de estoque de componentes de manutenção de uma mineradora de ouro localizada no estado de Minas Gerais, onde há uma variabilidade alta tanto da demanda quanto do leadtime. A gestão de estoque de componentes é essencial para as empresas uma vez que estoque excesso gera elevados custos de estocagem ao mesmo tempo que rupturas no estoque podem impactar consideravelmente na performance de suas operações e gerar elevados custos por perda de produção. Atualmente o sistema da mineradora utiliza a política (s,S) de revisão periódica uma vez que, ao atingir o nível mínimo s, repõe o saldo até um nível máximo S. Os parâmetros de reposição calculados neste trabalho serão comparados com os parâmetros atuais para que possam ser identificadas oportunidades de redução de custo para a empresa. A política ótima de estoque nesse caso é uma função da demanda, do leadtime, do custo de estocagem e da penalidade por falta a qual está relacionado com parada dos equipamentos.

 

26/08/2016

09:00